SEX 19 DE ABRIL DE 2019 - 03:52hs.
Peter Nikashin, Gerente de Marketing da Play'n Go

"Nosso pressentimento é que o mercado brasileiro começará a abrir ainda este ano"

(Exclusivo GMB) - A Play'n Go teve uma presença muito positiva na recente ICE London, onde mostrou suas capacidades omni-channel com a nova plataforma OMNY. Com foco em novas opções de negócios, o gerente de marketing da empresa, Peter Nikashin, conversou com GMB sobre o futuro mercado brasileiro. 'Com a nossa perspectiva global, faremos todo o possível para garantir uma forte presença nele', afirmou.

GMB - A empresa segue o processo de legalização do jogo no Brasil?
Peter Nikashin - Estamos monitorando continuamente as posições reguladoras de vários territórios e o Brasil não é diferente. Há um longo caminho a percorrer, e nada ainda está confirmado, mas nosso humor é positivo e parece haver uma necessidade de legislação mais favorável ao jogo no país. A Play'n GO já possui experiência na América Latina e nossa equipe na região está em constante contato com os órgãos reguladores e outras fontes da região, garantindo que estamos atualizados com quaisquer novos desenvolvimentos legislativos.

Como você vê isso?
O tamanho e a estrutura política do Brasil certamente não tornam o processo direto, mas, como já vimos em vários outros territórios da região, apenas uma análise aprofundada do mercado e as repercussões da legalização do jogo nela irão resultar em um ambiente de jogo bem sucedido e justo a longo prazo.

Estamos muito felizes em trabalhar com as partes interessadas no Brasil e compartilhar com elas com experiência legislativa de vários outros territórios em todo o mundo. Atualmente, os principais tomadores de decisão estão felizes em ter um diálogo aberto com fornecedores e operadores, e enquanto isso continuar, seguiremos otimistas em relação à abertura do mercado brasileiro de jogos.

Você considera que o país terá finalmente um mercado regulamentado?
Se eu fosse pressionado, eu diria que sim, e eu também diria mais cedo e não mais tarde. Nosso pressentimento atual é que o mercado começará a abrir ainda este ano, embora com a natureza dessa mudança legislativa maciça e as complexidades dos sistemas culturais e jurídicos brasileiros, isso pode mudar a qualquer momento. Se o fizer, estamos prontos para trabalhar com os reguladores e operadores iniciais no território com recursos já existentes no continente.

A empresa tem planos para o mercado brasileiro se finalmente for legalizado como é esperado?
Sim. Planejamos essa eventualidade por meses, senão por anos. Os acordos provisórios estão em vigor com uma variedade de parceiros na região, e estes serão desencadeados assim que tivermos a confirmação da natureza da legislação de jogo no país. O Brasil tem o potencial de ser um dos maiores territórios geradores de receita do mundo, e com nossa perspectiva global, faremos tudo o que pudermos para garantir uma forte presença nele.
 

Fonte: GMB exclusivo