DOM 26 DE MAIO DE 2019 - 10:45hs.
Anna Verdoliva, diretora de vendas da empresa, na América do Sul

Sirplay e a inovação do mercado brasileiro de jogos

Com 13 anos de experiência na indústria de jogos de azar e oferecendo seus serviços em 22 países em todo o mundo, a Sirplay olha com atenção para o Brasil, que a empresa chama de “o próximo grande mercado para iGaming”. Anna Verdoliva, diretora de vendas da empresa América do Sul, escreve uma coluna especial sobre a participação da empresa e a inovação do mercado de jogos brasileiros.

O Brasil é o próximo grande mercado para o iGaming. Desde novembro de 2018, ele deixa a indústria com a respiração suspensa. Por isso, muita coisa aconteceu. Um novo presidente foi eleito no país da Ordem e do Progresso. Muitos estão tentando entrar no mercado de jogos pela porta da frente, assinando parceria com times de futebol para um maior reconhecimento da marca.

Outros estão tentando colaborar com o governo para o estabelecimento de novos mercados dentro do Cassino Terrestre. Em sua essência, o mundo olha para o Brasil como “a próxima grande novidade” e vai explodir - mais cedo ou mais tarde - com a publicação do primeiro concurso público de licenciamento.

O sentimento de otimismo que a indústria do jogo tem em relação ao Brasil tem sido contestado por uma paisagem política que carecia de estabilidade nos últimos anos. Será fundamental manter uma continuidade administrativa para processar e dar o próximo passo. A grande questão é como fazer isso? Responder a isso da maneira mais correta está longe de ser simples, especialmente quando se quer examinar o Brasil e seu desenvolvimento.

Por um lado, o mercado brasileiro de jogos tem um potencial estimado de 3 bilhões de dólares por ano, considerando apenas as atividades de cassino e apostas. Por outro lado, quando a iGaming estiver ativa no país, o que pode acontecer pode ser equivocado.

Isso porque o desenvolvimento da indústria brasileira de jogos tem duas faces diferentes e um desafio subsequencial - embora tão importante.

O Brasil é dividido em duas diferentes paisagens de mercado: uma que é a realidade nas áreas metropolitanas e megacidades. O outro é a realidade das áreas rurais e subdesenvolvidas. Com uma média de 71,5% no continente da América do Sul, o Brasil fica para trás com uma penetração estimada de 66% na Internet. Apesar disso, a enorme população ainda permite que o Brasil tenha um número estimado de 120 milhões de pessoas conectadas na internet.

Isso significa que o nível de infraestrutura é construído sobre a primeira realidade e que o desenvolvimento do setor deve seguir o crescimento geral. O governo tem que ver o processo de legalização como uma oportunidade para desenvolver a penetração da Internet, para favorecer a indústria, mas para favorecer um crescimento no pilar sempre tão importante do crescimento da infraestrutura.

Com uma taxa de mídia social de 66% e uma taxa de crescimento de 17% para acesso à internet e marketing publicitário, o país é capaz de continuar crescendo.

Do ponto de vista da indústria, ser capaz de conectar jogadores em todo o país pode ser um fator crucial de sucesso de uma determinada empresa sobre a outra: o Brasil é o segundo país do mundo - excluindo populações com mais de um bilhão de pessoas - para usuários da internet. Brasileiros querem conversar. Eles querem compartilhar, trocar e se divertir para sempre.

Essas não são palavras-chave simples. Eles serão o motor para desenvolver melhor uma oferta atraente nos países. Os operadores serão chamados a desenvolver não apenas ferramentas de gestão e manutenção, mas principalmente instrumentos de comunicação para gerar uma cota importante de quota de mercado.

Apostar no Futebol e nas Apostas Esportivas em geral será a principal força do iGaming. Será o motor de um mercado subdesenvolvido que merece ser um gigante entre os homens. Não apenas apostas esportivas e produtos iGaming, mas eSports será outro fator importante para o país: não podemos esquecer que o Brasil tem video jogos mais ativos do que a maioria dos países europeus e pode ser um fato que vai afetar as atividades de apostas.

* Anna Verdoliva é diretora de vendas da Sirplays na América do Sul

Fonte: GMB