SEG 14 DE OUTUBRO DE 2019 - 13:44hs.
Ladbrokes Coral

Com 38%, o Brasil é o mercado de jogos online que mais cresceu para a GVC

A GVC Holdings, anunciou nesta quarta-feira (17) que teve um crescimento da receita de jogos online de dois dígitos (18%) em todos os seus principais mercados comparado a junho de 2019. O maior avanço foi registrado no Brasil e na Austrália, onde as vendas aumentaram 38% em ambos países. Esse êxito suavizou o impacto nas receitas causadas pela regulamentação mais rígida imposta recentemente pelo governo do Reino Unido.

A Ladbrokes Coral, empresa controlada pela GVC Holding, viu as vendas de suas lojas caírem em quase um quinto depois da recente repressão nos seus terminais de apostas. A empresa, que tem 3.400 lojas, disse que as receitas líquidas de jogos de varejo no Reino Unido caíram 19% no segundo trimestre até 30 de junho. O fato foi impulsionado por uma queda de 39% após a ação do governo em reduzir a participação máxima em terminais de apostas de probabilidades fixas (FOBTs), um tipo de caça-níqueis, para £2 em abril. Antes o limite era £100.

Porém, a GVC afirma que o desempenho do Reino Unido não foi tão ruim quanto o esperado, já que houve um aumento nas receitas de jogos online e negócios internacionais que ajudaram a compensar as dificuldades das lojas de apostas, deixando a receita líquida de jogos 3% maior no trimestre atual e 5% acima do primeiro semestre.

O executivo-chefe da GVC, Kenneth Alexander, disse: "a transição para um ambiente pós-corte de £ 2 no varejo do Reino Unido está progredindo muito bem e acreditamos que a posição da Ladbrokes Coral para conquistar mais participação de mercado está melhor".

A GVC confirmou também o impulso dos jogos de azar online, com a receita líquida apostas no site aumentando 16% no segundo trimestre e 17% em relação ao primeiro semestre do ano passado, apesar do forte desempenho apresentando durante a Copa do Mundo de 2019. As vendas online só no Reino Unido subiram 19% e a receita líquida europeia de jogos também foi um ponto positivo, com alta de 12% no segundo trimestre.

Fonte: GMB/Financial Times