VIE 27 DE NOVIEMBRE DE 2020 - 23:33hs.
Marcos Oliveira, Diretor Administrativo da empresa

"Jogue Fácil ultrapassou a marca de 50.000 clientes e investirá pesado em patrocínios no Brasil"

A Jogue Fácil é uma operadora de jogos online fundada em 2016 e que vem crescendo cada dia mais. O GMB conversou com Marcos Oliveira, Diretor Administrativo da empresa, que falou sobre suas estratégias para atender os apostadores brasileiros, os efeitos da pandemia e os seus próximos passos como os investimentos em eSports e Cassino Virtual. 'Nossos analistas conhecem bem o mercado regional, como os campeonatos estaduais que têm muitas particularidades', assegura Oliveira.

GMB - Conte-nos um pouco sobre como nasceu o Jogue Fácil e onde está radicado. Desde quando operam no Brasil?
Marcos Oliveira - 
 A Jogue Fácil nasceu em setembro de 2016, com fundação em Curaçao. Nós atuamos no Brasil desde então. Começamos com uma equipe bem reduzida, eram apenas 3 estagiários que desenvolveram o sistema. Então, em maio de 2017, nós começamos a operar de fato. O site foi para o ar com uma equipe de 10 analistas, fazendo a prospecção dos clientes e apresentando a plataforma. Hoje, contamos com mais de 100 colaboradores.

Quais são as principais características do serviço que vocês oferecem ao apostador brasileiro?
O nosso principal benefício é o acompanhamento pessoal dos nossos clientes. Temos uma equipe hoje de suporte na qual o cliente tem contato direto via Whatsapp para tirar quaisquer dúvidas do site em relação a depósitos, saques e sobre mercados. Além do acompanhamento nas modalidades esportivas que o cliente mais se identifica no nosso site. Esse serviço é tanto para educação nos mercados, quanto para trabalhar a mentalidade do investidor, que é um quesito pouco discutido na área, mas é de suma importância para se ter resultados.

Ter gente que trabalha no Brasil e que conhece o mercado local é um diferencial?
Sim. Apesar dos campeonatos europeus e outras ligas importantes, o nosso público gosta muito de apostar também no mercado nacional. A rivalidade estadual é muito forte e os apostadores são muito apaixonados pelos times locais. Mas os campeonatos de fora do Brasil também têm uma parcela muito significativa no volume de apostas. Nossos analistas conhecem bem o mercado brasileiro, como os campeonatos estaduais, que têm muitas particularidades, nas quais, só quem é brasileiro realmente conhece e pode sair na frente nesse tipo acompanhamento.

Recentemente vocês somaram a Pay4Fun como um dos seus métodos de pagamento. Como foi esse acordo? Há mais parcerias pela frente?
Nós identificamos a Pay4Fun como um grande player desse mercado e a parceria com eles vai abrir muitas portas para que possamos crescer ainda mais o nosso negócio. É um parceiro que vai nos dar suporte para alcançar um mercado, não só aqui no Brasil, mas também na América do Sul. E expandir, quem sabe, para a Europa.

Pensa em novos acordos com outras empresas?
Penso em estender a parceria com a Pay4Fun em outros países. Com a mesma filosofia implementada na Jogue Fácil. Sempre pensando na boa experiência do usuário e na educação do mercado.

A nível de marketing, muitas empresas do ramo já vem atuando forte com patrocínios, embaixadores, etc. Quais os planos do Jogue Fácil para ser conhecido e ganhar mercado?
Estamos buscando cada dia mais a profissionalização da nossa plataforma e a consolidação da nossa marca entre os nossos clientes, que já ultrapassam a marca dos 50 mil. Hoje, conseguimos competir com as maiores marcas do mercado. A nossa plataforma não deixa a desejar para nenhum dos nossos concorrentes. Então, a partir disso, vamos investir pesado nesses próximos 6, 12 meses em patrocínio de clubes, jogadores de futebol, de eSports e programas de TV. Tudo isso está nos nossos planos e em breve traremos novidades.

O futebol sempre é o esporte mais procurado pelos apostadores brasileiros. Quais as outras modalidades que estão crescendo na visão de vocês? Os eSports, por exemplo?
Os eSports já são uma realidade mundial. Muitos jogos reúnem milhões e milhões de espectadores. Também já premia com centenas de milhões de dólares os vencedores dos campeonatos. Então, realmente, é um mercado que, apesar de estarmos atuando há pouco tempo nele, já percebemos um crescimento. Estamos visando patrocinar alguns eventos em breve para consolidação nesse mercado. Outra modalidade que percebemos um crescimento muito grande é o Cassino online. Com a restrição imposta pelo isolamento social, as pessoas passaram a apostar online ao invés de apostarem fisicamente.

Quanto a pandemia afetou os planos e objetivos da empresa para 2020?
A pandemia afetou todo mundo. Os principais centros de futebol do mundo pararam. Isso atrapalhou muito, principalmente em nosso faturamento. No entanto, isso nos deu tempo para implementação de atualizações em nossa plataforma, já que essas mudanças iriam exigir uma migração de banco de dados muito grande e provavelmente deixar nosso site fora do ar em alguns momentos. Isso poderia atrapalhar nossos usuários. Ou seja, esse período sem futebol nos deu tempo para melhorar a tecnologia do site sem interferir na experiência dos nossos clientes.

É uma ideia do Jogue Fácil concorrer por uma concessão quando o mercado seja regulado?
Aqui no Brasil, nós já atuamos licenciados pela nossa empresa sediada em Curaçao. Temos licença para atuar no mercado online. Existe um programa do governo para atuação no Brasil de forma física em lojas ou centros para apostadores. Mas isso não está em nossos planos a curto e médio prazo. Somos especializados no mercado online e é assim que vamos permanecer.

Fonte: Exclusivo Games Magazine Brasil