QUI 23 DE MAIO DE 2019 - 17:11hs.
OGS Brazil 2018 

"Turfe e Poker têm uma mensagem de oportunidade de investimento, empregos e contrapartida social”

O último painel do primeiro dia da OGS tratou trouxe o Turfe e o Poker como exemplos para o indicar o caminho das pedras da regulamentação no Brasil. No caso do Turfe a pergunta a ser respondia foi “o que o Tufe brasileiro pode ensinar sobre as apostas esportivas a outras modalidades de jogos on-line?”. Já com relação ao Poker, o tema central foi como o esporte está com meio caminho andado mesmo no mercado cinza. Participaram do painel Priscila Carvalho, advogada da Confederação Brasileira de Texas Hold’s em –CBTH e Joseph Levy, CEO da PMU Brasil.

Quem abriu o painel foi a advogada da Confederação Brasileira de Texas Hold’s em –CBTH. Com números contundentes e uma lista de esportistas conhecidos do público como o jogador Neymar, Priscila Carvalho defendeu que o Poker é um negócio potencial para investidores no País que, segundo ela, é comprovadamente – por pesquisas e especialista um jogo de habilidade e não de azar.

“Dos 27 estados da Federação brasileira, o poker tem regionais em 22 e distribui 44 milhões por ano no on-line, mas a ideia de que é um jogo de azar inibe investidores”, disse Priscila.

O último palestrante, Joseph Levy CEO da PMU Brasil, diz que o Turfe é termômetro de como esse mercado de apostas têm potencial no País. Como um esporte regulado por meio das licenças de Jockey Club, deve crescer entre 7% e 8% neste ano, apesar da crise e pode, inclusive, crescer mais.

“O Brasil tem cerca de 2 milhões em rebanho de cavalos o que representa o quarto maior do mundo, se usamos o esporte como faz a França podemos crescer e ajudar mais o País com empregos, investimentos e também no social”, finalizou Levy.

Fonte: Exclusivo GMB