Games Magazine Brasil – Mais do que uma presença isolada no SBC Summit, vocês estão com as suas soluções Gaming e Solutions e, ainda, com o Betsul, um importante cliente. Por que a decisão dessa participação conjunta?
Ramiro Atucha – Decidimos em cada feira apresentar um cliente que está usando nossa solução como case de sucesso. Todo mundo fala de plataforma, número jogos, quantos serviços e total de idiomas disponíveis. Mas a realidade é que muitas vezes o operador não fica confortável com a plataforma em uso. Nós trabalhamos muito e fazemos um esforço enorme para que os operadores que utilizam nossa plataforma fiquem conformes e fiquem felizes. Por isso gostamos de mostrar essa satisfação como caso de sucesso.
Betsul é uma das primeiras marcas que confiou na Vibra, trabalhou com nossa plataforma e ajudou muito a melhorar o produto a partir de sua experiência. Já temos muito tempo trabalhando com eles e a ideia era celebrar, festejar isso e compartilhar com o Betsul um estande, apresentando-o como um produto com nossa plataforma. É importante lembrar que ela já está certificada pela GLI, o que permitiu ao Betsul tramitar uma licença nacional no Brasil porque nossa plataforma é compliant e as certificações estão de acordo com as regras do país.

Como você vê esse momento do mercado brasileiro já com o primeiro passo para regulamentação a partir de janeiro?
Temos muita incerteza na realidade de ver como ela acontecerá e como o mercado irá responder. Tem tantas mudanças de direção, como a antecipação de janeiro para outubro da operação autorizada pelo governo. Ou seja, é preciso nos acomodarmos, tentando acomodar e dar suporte aos clientes, ajudando-os com nossa plataforma para que tenham um produto que esteja certificado. Já tivemos muitas tarefas ao lado deles, que agora terão de se ajustar para a licença e pagamento a ser feito. Tentamos que a questão técnica e de compliance do lado técnico não seja um problema a mais para eles.
O Grupo Vibra está mais do que presente no Brasil, estão certificados e operando em alguns estados. Como vão esses negócios?
Vão muito bem. Temos os terminais VLT, que é nossa última unidade de negócio, já na Paraíba e no Maranhão. E estamos participando de várias concorrências para ampliar nossa presença no Brasil. Também estamos avaliando a colocação dos nossos produtos no México, Equador e Argentina. Nossa ideia é nos voltarmos bem fortes na América Latina e ter um produto criado na LatAm para operadores da região, para que tenham toda a nossa atenção em suas necessidades.
Vocês sempre demonstraram grande vocação para o mercado latino. De que maneira vocês estão fazendo isso e a região será sempre o principal mercado para a Vibra?
Sim, a ideia é que seja nosso principal mercado, sempre atendendo às necessidades dos operadores. Vemos que os operadores têm problema de prioridade com plataformas que operam em muitos mercados, porque a América Latina está crescendo muito, é uma grande promessa e uma realidade. Mas se você tem uma plataforma cujo principal mercado do fornecedor é Estados Unidos ou Europa, é mais difícil que atenda a um requisito ou necessidade mais local e priorize a América Latina. Nós só fazemos América Latina e entramos com um operador-chave em cada mercado e quando ficamos bem competitivos, aí começamos a conquistar novos clientes nesses mercados.
Uma tendência do mercado LatAm são os crash games e vocês acabam de lançar o Sumo. Qual a expectativa em relação aos fortes lutadores de sumô em um jogo de crash?
É certo. Trata-se de um jogo crash bem divertido, engraçado, em que fazemos uma piada com o lutador de sumô que está lutando. É no estilo scratch card de crash bem divertido. Acabamos de lançar com muita expectativa esse jogo e virão mais. Estamos trabalhando em uma livraria de jogo bem criativa.

E não é só um jogo divertido. Ele promete ganhos impressionante?
Sim, pois sempre trabalhamos com um RTP o mais alto possível, na faixa de 95%, para que o ganho do jogador seja o melhor possível, para que ele continue jogando por muito tempo e se divertindo.
A experiência do usuário é fundamental no desenvolvimento de jogos?
Exatamente. É muito importante. Temos um grupo que testa todos os nossos jogos para dar certo de que a experiência do usuário seja melhor possível.
Fonte: Exclusivo GMB