Games Magazine Brasil – O que a Soft2Bet apresentou durante o SBC Summit Lisboa?
Nicolás Campano – Viemos aqui basicamente para apresentar nossas soluções de gamificação, com as quais conseguimos aumentar a retenção e reduzir diretamente todos os bônus. Também apresentamos nossas soluções para o mercado regulado turnkey, ou seja, todos os mercados regulados atualmente na América Latina que são interessantes para nós, obviamente Brasil, México, Peru, Colômbia. Estamos aqui para dar as boas-vindas a qualquer operador de qualquer mercado regulado para que possamos apresentar nossas soluções de plataforma e de gamificação.
Falando em América Latina, como está a presença da Soft2Bet na região, especialmente no Brasil neste momento?
A América Latina em geral é uma região emergente importante para a Soft2Bet e para nós o Brasil é um mercado muito interessante agora que vai começar sua regulamentação. Mas além do Brasil, para nós também é muito interessante o México, outra jurisdição já regulamentada e bastante maduro. Além disso, temos intenção em entrar no mercado regulamentado do Peru.
Especificamente sobre o Brasil, vamos participar com estande e apresentar nossas soluções no SBC Rio e no BiS SiGMA, em São Paulo, e estaremos muito felizes em receber todos os operadores que queiram conhecer nossas soluções.
Cerca de 120 empresas se inscreveram no Ministério da Fazenda para o mercado regulado do Brasil. Como está o trabalho de aproximação com eles e quais são as expectativas da Soft2Bet para o país?
A Soft2Bet tem uma plataforma que possui um dos melhores motores de gamificação da indústria neste momento. Acreditamos que para o Brasil e para qualquer mercado regulamentado, a retenção é muito importante e as margens estão cada vez menores. Portanto, acreditamos que introduzir essa gamificação para alcançar um ciclo de vida do jogador mais longo e para aumentar a retenção e a lealdade pode ser realmente benéfico para qualquer operador.
Quais são os planos da Soft2Bet para o Brasil?
Obviamente, certificar nossa plataforma e também todos nossos motores de gamificação, além de nos apresentarmos nos eventos para que toda a região conheça as nossas soluções.
Como está o Motivational Engineering Gaming Application (MEGA) no mercado brasileiro e no que esta ferramenta pode ajudar os operadores?
Nossas ferramentas de gamificação são uma combinação entre jogo casual e jogo de iGaming. A ideia é criar uma experiência de usuário mais imersiva e fazer com que o usuário passe mais tempo na frente da tela, aumentando tanto os depósitos quanto a receita média por usuário, além do tempo de tela. A ideia é que o operador reduza seu orçamento de bônus e aumente diretamente a qualidade e uma experiência mais inovadora e de entretenimento.
É uma experiência a mais para o jogador?
Exatamente, é basicamente uma ferramenta para manter o jogador mais entretido dentro de um cassino, pois estamos misturando o jogo casual com o iGaming, oferecendo uma camada adicional além do momento de adrenalina que o jogador busca ao fazer uma aposta.

Tem sido um bom produto para os operadores?
Claro. Na Europa estamos vendo como o tempo de tela aumenta em quatro vezes, assim como um aumento no GGR em 65% e 45% em ARPU. Ou seja, as métricas antes e depois de introduzir nossos motores de gamificação são realmente espetaculares.
Foram inesperados os resultados alcançados com o MEGA?
Realmente investimos muito tempo e trabalho nisso, então esperávamos um aumento em todas essas métricas, mas é verdade que não esperávamos que crescessem tanto.
Fonte: Exclusivo GMB