LUN 10 DE AGOSTO DE 2020 - 19:05hs.
GMB ONE-ON-ONE – KAREN SIERRA-HUGHES, GLI

“Quando o Brasil abrir seu mercado, será o maior da América Latina sem comparações” 

Esta semana, Karen Sierra-Hughes, diretora de Relações Governamentais e Desenvolvimento de Negócios da América Latina e Caribe da GLI, participou do GMB One-on-One junto ao jornalista Gildo Mazza. Na entrevista, Karen contou sobre a importância da atividade ser bem regulamentada e o futuro do mercado local. Para ela, quando o Brasil abrir seu mercado, será o maior da América Latina: “Não se pode comparar com a Argentina e o México, já que é um país de dimensões continentais”. Veja o vídeo completo com tradução em português.

A Gaming Laboratories International, é um laboratório de ensaios, avaliação e certificação para a indústria de jogos, já tendo certificado quase dois milhões de itens e testado equipamentos para mais de 475 jurisdições, com atuação em todos os continentes.

“Contamos não só com processos de certificação de jogos de cassino, presenciais e online, mas também com loterias, apostas esportivas e bingos. Ou seja, todas as verticais existentes na indústria de jogo. Isso é importante por identificarmos que mais de 475 jurisdições regularam o jogo e estabeleceram requisitos de cumprimento técnico de certificação para garantir que as operações de jogo sejam justas, transparentes, auditáveis e controladas”, afirma Karen.

Para ela, quando o Brasil abrir seu mercado, será o maior da América Latina: “Não se pode comparar com a Argentina e o México, já que é um país de dimensões continentais. É difícil o avanço do processo de legislação com relação ao jogo, nada muito diferente de outros países da região, pois em nenhum foi fácil aprovar uma lei de jogo ou uma legislação para ampliar a oferta de jogo”.

Temos esperança de que o Brasil está buscando maneiras de avançar no processo de regulamentação. Vimos isso no tema da Lotex. Foi um primeiro passo, bem como as apostas esportivas. Esse não é o cenário perfeito, pois vemos que quanto mais opções e abertura de diversificação do jogo, maior será o sucesso da atividade. Se não é o ideal, é um passo para se chegar a uma indústria que esperamos que pouco a pouco vá crescendo e se legalizando para se conquistar uma política de jogo nacional, uma legislação de jogo integral que permita diferentes tipos de operações, sempre com proteção ao jogador e à integridade do jogo e controlado pelo Ministério da Economia”, agrega a executiva da GLI.

Fonte: Exclusivo Games Magazine Brasil