QUI 15 DE NOVEMBRO DE 2018 - 18:08hs.
Ainda em estudo

Caixa poderá ter nova logomarca após as eleições

O banco terá uma nova identidade visual pronta para ser implementada em documentos, cartões, lotéricas e agências bancárias. Segundo o site do Metro Jornal, a primeira versão da logomarca ficou pronta e foi aprovada pelo Conselho da Caixa. O estudo final, com os custos oficiais, deve ser entregue até 12 de setembro.

Ainda neste ano, o banco terá uma nova identidade visual pronta para ser implementada em documentos, cartões, lotéricas e agências bancárias. A primeira versão da logomarca ficou pronta e foi aprovada pelo Conselho da Caixa. O estudo final, com os custos oficiais, deve ser entregue até 12 de setembro.

O mentor da mudança da logomarca foi Nelson Antônio de Souza, atual presidente da Caixa, que, ao revirar gavetas ao ascender ao cargo em 2 de abril, resgatou um estudo de 2016 que tratava da mudança.

Logo determinou aos 12 vice-presidentes que a troca fosse aprovada para ser uma “marca” da gestão dele no banco. Em 2017, chegou a haver uma mudança, mas sem mexer em cores ou exigir adaptação da magnitude que a nova marca, embora também com alterações sutis, prevê.

A nova logomarca deve ser apresentada ao público oficialmente apenas depois da eleição, já que a publicidade é proibida no período eleitoral. Mas uma agência-modelo já começa a ser montada no edifício-sede em Brasília.

As informações começaram a ser apuradas no mês passado e foram confirmadas com duas fontes do banco, que, inclusive, compartilharam a imagem da nova identidade visual.

Situação de melhora na Caixa

A Caixa registrou R$ 6,65 bilhões de lucro no primeiro semestre deste ano. O bom resultado animou os executivos do banco, que já vislumbram não precisar do aporte federal. O índice de Basileia, que chegou a 14,41% entre janeiro e junho do ano passado – próximo ao limite exigido de 14% –, registra no mesmo período deste ano 19,1%. O governo ainda irá devolver até 25% dos lucros aos acionistas e dependendo dos resultados até o fim do ano pode suspender o socorro definitivamente. “Estamos nos distanciando cada vez mais disso”, celebrou Souza na semana passada.

Fonte: GMB/ Metro Jornal