DOM 17 DE NOVEMBRO DE 2019 - 07:34hs.
Após sete tentativas frustradas

IGT e Scientific Games apresentaram uma proposta para ficarem com a LOTEX

Embora o BNDES ainda não publicou oficialmente a quantidade de ofertas que recebeu, o Games Magazine Brasil pôde saber que o consórcio de empresas integrado em partes iguais pelos gigantes do mercado IGT e Scientific Games finalmente apresentou a tão esperada proposta para ficarem com a concessão por 15 anos da Loteria Instantânea do Brasil (LOTEX). O leilão, se realizará no próximo dia 22.

Até ontém, já se sabia do forte interesse do consórcio formado pelos gigantes do mercado internacional de loterias, IGT e Scientific Games, que após analisar os editais e com as respostas da SECAP (Secretaria de Avaliação de Políticas Públicas, Planejamento, Energia e Loteria) a suas consultas, se decidiram em fazer uma proposta.

De hoje até o dia 21, o BNDES deverá informar quais propostas chegaram e quais cumprem os requisitos solicitados para poder fazer parte do leilão no dia seguinte.

As Proponentes deviam apresentar até ontem na B3 S.A. – Brasil Bolsa Balcão, situada em São Paulo (SP), na Praça Antonio Prado, 48, por representante das Corretoras Credenciadas, 3 (três) volumes lacrados, em 2 (duas) vias cada, contendo:

Volume 1 – Garantia da Proposta;

Volume 2 – Proposta Econômica Escrita; e

Volume 3 – Documentos de Qualificação.

O Leilão, com a participação das Proponentes que tiverem suas Garantias de Proposta aceitas, representadas por Corretoras Credenciadas, será realizado no dia 22 de outubro de 2019, às 10 horas, na B3, situada no endereço acima, conforme disposições no Edital.

Após sete tentativas frustradas, ao final de agosto, o BNDES apresentou a nova licitação para concessão da exploração do serviço público da Loteria Instantânea Exclusiva (LOTEX). Os editais foram publicados para modificar dois pontos centrais da modelagem: o pagamento da outorga e a experiência exigida do futuro operador.

Agora, o pagamento pelo ônus da outorga fixa poderá ser realizado em até 8 parcelas, e mais em até 4 vezes, como previa uma resolução de setembro do ano passado, que já tentava facilitar esse item como forma de atrair investidores. No modelo original, o valor mínimo da outorga, que permanece em R$ 542,1 milhões, deveria ser paga em parcela única.

Fonte: Exclusivo Games Magazine Brasil