SEG 25 DE MAIO DE 2020 - 09:15hs.
Coronavírus

Profissionais de turfe pedem volta das corridas, mas o JCB mantém a atividade suspendida

A associação de profissionais de turfe do Rio de Janeiro solicitou a volta das corridas no hipódromo da Gávea. O argumento dos associados é que eles sobrevivem das comissões dos páreos, e, portanto, sem a realização das provas, suas famílias sofrem impacto financeiro negativo em suas vidas. Apesar deste pedido, o Jockey Club Brasileiro comunicou que decidiu manter fechada a Sede da Lagoa e todos os estabelecimentos no local por tempo indeterminado.

Jóqueis, treinadores e cavalariços reivindicam a realização de pelo menos uma reunião semanal, a exemplo do que vem acontecendo em São Paulo, no hipódromo de Cidade Jardim.

A associação de profissionais de turfe do Rio de Janeiro enviou uma carta endereçada ao presidente do Jockey Club Brasileiro, Luiz Alfredo Taunay, solicitando a volta das corridas no hipódromo da Gávea.

Apesar deste pedido, o Jockey Club Brasileiro comunicou que decidiu manter fechada a Sede da Lagoa e todos os estabelecimentos instalados no local por tempo indeterminado.

Igual medida de fechamento está sendo adotada na Sede Centro, com exceção da garagem que, por ora, permanece em funcionamento. O JCB esclarece que continuará a ser feita a manutenção e limpeza das dependências do clube.

A decisão busca visar e preservar o bem-estar e a segurança de seus associados, funcionários, e frequentadores, bem como de suas famílias, e em obediência ao disposto no Decreto nº 46.980, de 19 de março de 2020 do Estado do Rio de Janeiro. Em caso de modificação do cenário da pandemia do COVID-19, tal decisão será reavaliada.

“Reiteramos a recomendação para que sigam as orientações da Organização Mundial de Saúde e das demais autoridades competentes, procurando evitar aglomerações e mantendo os cuidados com a higiene pessoal. Esperamos contar com a colaboração de todos e deste modo auxiliar o Poder Público e a sociedade brasileira no combate a esta pandemia”, diz o site oficial da entidade.

Fonte: GMB