SÁB 26 DE SEPTIEMBRE DE 2020 - 21:56hs.
Paralisado pela pandemia do COVID-19

Sem atividade, Jockey Club Brasileiro ajuda os profissionais do turfe com R$ 347 mil

A Diretoria do Jockey Club Brasileiro, diante da gravíssima crise que assola o país, atingindo a classe trabalhadora em geral, decidiu promover uma ajuda aos profissionais do turfe, também enfrentando enormes dificuldades. O valor total de R$ 347.000,00 está discriminado e inclui dinheiro para treinadores, salários, jóqueis, segurança e medicina, entre outros. O hipódromo da Gávea segue paralisado devido à pandemia e o turfe segue no Brasil apenas na Cidade Jardim.

O valor total de R$ 347.000,00 está assim discriminado:

1) R$ 117.000,00 - INSS e FGTS pago pelos treinadores

2) R$ 67.0000,00 - Almoço para todos os cavalariço no restaurante SAPS durante o mês de abril (R$ 11,30 por refeição)

3) R$ 50.000,00  - 13º salário dos cavalariços registrados na CBPT

4) R$ 40.000,00  - Pagamento das contas de água a todos os comodatários das cocheiras do JCB

5) R$ 34.000,00 - Plano de saúde dos profissionais do turfe

6) R$ 31.000,00 - Sendo R$ 1.000,00 para cada um dos 31 jóqueis matriculados no JCB

7) R$ 6.000,00 - Segurança e medicina do trabalho estendido a todos os profissionais do turfe

8) R$ 2.000,00 - Seguro de vida dos treinadores

A Gerência das Vilas Hípicas ficará incumbida de implementar as providências cabíveis e o Jockey Club Brasileiro continuará empenhado na busca de soluções para os imprevisíveis problemas que está se defrontando, causando impacto na vida de todos.

Dias atrás, a associação de profissionais de turfe do Rio de Janeiro solicitou a volta das corridas no hipódromo da Gávea. O argumento dos associados é que eles sobrevivem das comissões dos páreos, e, portanto, sem a realização das provas, suas famílias sofrem impacto financeiro negativo em suas vidas.

Apesar deste pedido, o Jockey Club Brasileiro comunicou que decidiu manter fechada a Sede da Lagoa e todos os estabelecimentos no local por tempo indeterminado.

Fonte: GMB